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Implantação de cursos profissionalizantes para jovens da Palmares II e melhorias na infraestrutura do Bairro Nova Aliança são propostas por Tito do MST

A capacitação da juventude rural e melhorias na infraestrutura urbana estiveram em pauta nas proposições apresentadas pelo vereador Tito do MST (PT) na sessão ordinária da Câmara Municipal de Parauapebas, realizada na terça-feira (3).

  • Publicado: Terça, 10 de Março de 2026, 09h51

Tito do MST (PT)

Cursos profissionalizantes
Por meio da Indicação nº 69/2026, Tito propôs ao Poder Executivo a implementação de cursos profissionalizantes e oficinas culturais destinados aos jovens da Comunidade Palmares II. A intenção do vereador é que sejam criadas oportunidades de aprendizado e desenvolvimento de habilidades técnicas e artísticas para pessoas entre 15 e 29 anos, conforme preconiza o Estatuto da Juventude (Lei nº 12.852/2013).

“O objetivo dessa indicação é promover a inclusão social, reduzindo a vulnerabilidade dos jovens e risco de violências, preparando para o mercado de trabalho e aumentando suas chances de empregabilidade, oferecendo opções de lazer e expressão cultural, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e engajados”, argumentou.

Infraestrutura para o Bairro Nova Aliança
Para a área urbana, Tito apresentou a Indicação nº 70/2026, na qual exigiu serviços urgentes de manutenção, limpeza, cascalhamento e iluminação pública no Bairro Nova Aliança.

O parlamentar ressaltou que a referida comunidade, que abriga cerca de 260 famílias, sofre com a ausência de políticas públicas há anos. A falta de estrutura básica afeta diretamente a segurança e a mobilidade de trabalhadores, estudantes e idosos que transitam pelo bairro.

"É dever do Poder Público garantir o mínimo de estrutura e dignidade. O Nova Aliança é um bairro populoso e não pode permanecer invisível e esquecido", defendeu. As melhorias solicitadas, segundo o vereador, visam a valorização do bairro e o restabelecimento da segurança para os moradores.

As indicações foram aprovadas pelo plenário e, em seguida, encaminhadas para o Poder Executivo, que deverá analisar a viabilidade técnica e financeira para o atendimento das demandas.

Texto: Nayara cristina / Foto: Jorge Marques (AscomLeg 2026)

 

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